• fevereiro 24, 2025

“Polícia Civil de Mato Grosso é uma das melhores do país”, diz presidente do Sinpol

“Polícia Civil de Mato Grosso é uma das melhores do país”, diz presidente do Sinpol

 

O presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso (Sinpol/MT), Gláucio Castañon, foi o entrevistado na manhã desta segunda-feira (24) no programa ‘Jornal da Cultura’, da Rádio Cultura FM, em Cuiabá. Em uma conversa com os jornalistas Antero Paes de Barros e Michely Figueiredo, Gláucio falou sobre a nova Lei Orgânica das polícias civis do Brasil, em fase de discussão em Mato Grosso; do enfrentamento das forças segurança ao crime organizado e dos avanços já conquistados pela Polícia Civil.

 

“Hoje temos uma das polícias civis mais avançadas do país na área de tecnologia”, garantiu o presidente do Sinpol. Ele citou que a Polícia Judiciária Civil (PJC) possui um sistema de reconhecimento facial que permite a identificação imediata de suspeitos de crimes, além de laboratório de informática e capacitação contínua dos profissionais da segurança na extração de dados financeiros e em análises de relatórios como os de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Banco Central. O Coaf atua na prevenção e combate à lavagem de dinheiro.

 

Reprodução

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 Entrevista com Antero Paes de Barros e Michely Figueiredo

 

Sobre a nova lei orgânica, Gláucio destacou que a implementação no Estado da lei 14.735/2023, que criou no pais uma nova Lei Orgânica, vai permitir a otimização e modernização do trabalho da Polícia Civil. Entre as mudanças, ele destacou que a nova lei cria o cargo de Oficial Investigador, unificando o trabalho de investigadores e escrivães.

 

“Essa divisão se justificativa lá no início dos anos 1990, quando havia necessidade de ter profissionais para datilografar as ocorrências. Hoje, investigadores e escrivães ocupam cargos de nível superior, realizam cursos avançados de tecnologia de investigação. Não faz sentido a divisão”, apontou.

 

Segundo ele, a mudança vai garantir a otimização das forças policiais. Estão na ativa, atualmente, 2.140 investigadores e mais de 700 escrivães. “Só aí passaremos a ter três mil atuando em uma função única”, lembrou Gláucio, ressalvando, porém, que ainda assim existirá defasagem e necessidade de novos efetivos em algumas delegaciais, mas em nível menor.

 

Confira a entrevista na íntegra através de postagens nas redes sociais:

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