• março 21, 2025

Sindicatos iniciam campanha para mostrar as transformações do trabalho da Policia Civil

Sindicatos iniciam campanha para mostrar as transformações do trabalho da Policia Civil

 

As transformações do trabalho da Polícia Civil ao longo dos últimos anos são retratadas em uma campanha iniciada esta semana nas redes sociais. O primeiro vídeo, com cerca de 2 minutos, mostra o caráter técnico-científico do trabalho de investigadores e escrivães, bem como aponta as mudanças da nova Lei Orgânica nacional da Polícia Civil (Lei 14.735/2023). O assunto foi pauta principal de uma audiência pública realizada na terça-feira (18),  na Assembleia Legislativa. 

 

A campanha é assinada pelos sindicatos dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso (Sinpol/MT) e o de Escrivães (Sindepojuc/MT). Outros vídeos serão lançados na sequência, esclarecendo particularidades do trabalho policial e mostrando o que pode mudar com os ajustes da nova lei orgânica nacional.

 

“Queremos envolver a sociedade civil, o Parlamento, o governo estadual, todos, enfim, em uma pauta que mostra essa nova Polícia Civil que vem sendo estruturada nos últimos anos”, informa o presidente do Sinpol/MT, Gláucio Castañon. “Vamos mostrar o que já fazemos e onde iremos avançar ainda mais com as transformações”, avalia a presidente do Sindepojuc/MT, Cecília Monge.

 

Além das especificidades novas no trabalho da Polícia Civil, com novas atribuições técnicas e científicas, o fim dos cargos de investigador e o de escrivão, transformando-os em Oficial Investigador de Polícia, vem chamando a atenção. A mudança está prevista na nova lei orgânica nacional e já virou tema de discussões no Estado. Existem atualmente na ativa 2.175 investigadores e 771 escrivães.

 

Na avaliação de investigadores e escrivães, a nova Polícia Civil começou a ser configurada em 2004, quando no caso de Mato Grosso passou-se a exigir nível superior para ingressar na carreira policial. Em 2017, com a Lei Completar 507 os cargos de investigadores e escrivães passaram a fazer parte dos quadros de carreira superior da gestão pública estadual. E, no ano passado, aprovou-se a Lei Complementar 803 dando caráter técnico-científico às ações dos policiais civis, garantindo uma série de novas atribuições aos seus serviços.

 

Entre outros resultados, esse avanço técnico-científico tem permitido mais de 90% de resolutividade dos crimes de homicídio em Mato Grosso, enquanto a média nacional é de 40%. A recuperação de ativos através de bloqueios de ativos do crime organizado no Estado, também, proporcionalmente, é um dos maiores do país.

 

Confira o primeiro vídeo da campanha:

 

 

VÍDEO


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